"Este céu é para ser visto de joelhos"
(Fernando J. Karl)
Afunda os joelhos, meu espírito,
no hálito macio das dunas.
Encharca de marulho, a concha de meus ouvidos,
enquanto a brisa lambe o salitre da garganta.
Ondas de espuma espalham estrelas pela franja litorânea
e a imensidão inaugura o evangelho de estar ali.

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