No campo de vossa memória, pasta o rebanho de todas as faltas que foram cometidas contra vós.
Embora deva ser firme como o ferro, que vosso perdão não seja incandescente nem tenha o calor da brasa e que não seja usado para marcar o pelo de vossas contrariedades.
Porque a marca é a marca e, ainda que cicatrize, rompe com dor a retina do esquecimento.
Que seja vosso perdão sereno como a brisa, mas denso o suficiente para cobrir-lhe a visão sobre todas as coisas que vos afligem.
Arte & Ofício de perdoar
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